A Pílula

Uso da pílula de emergência no Brasil (1996-2006)

O uso da pílula de emergência cresceu consideravelmente no Brasil entre 1996 e 2006, segundo a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher (PNDS). A pílula de emergência não apareceu na PNDS de 1996. Mas na PNDS de 2006, 12% das mulheres de 15 a 49 anos, sexualmente ativas, afirmaram ter utilizado esse método. Este percentual sobe para 23,2% se considerarmos apenas as mulheres que não estão em união conjugal. Este contraceptivo passou a ocupar em 2006 o quinto lugar entre todos os métodos contraceptivos usados e o terceiro entre mulheres não unidas e ativas sexualmente (BRASIL, 2008). O uso é maior entre as mais jovens, correspondendo a 10,4% entre adolescentes de 15 a 19 anos; 18,5% entre jovens de 20 a 24 anos e 16,9% entre jovens de 25 a 29 anos.



Última atualização em 04/04/2016
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